PCRF Offload

Desafogue o PCRF sem substituí-lo nem parar a rede

O que é o PCRF Offload e por que os operadores precisam dele?

PCRF Offload é a prática de transferir parte da lógica de tomada de decisão e do processamento de mensagens Diameter/Gx para um nó intermediário (proxy), reduzindo a carga sobre o PCRF principal.

O PCRF Proxy é inserido de forma transparente na quebra da interface Gx entre o PCEF e o PCRF, sem modificar os equipamentos existentes, e ajuda quando:

  • um PCRF sobrecarregado não consegue acompanhar o crescimento da base de assinantes/tráfego
  • a substituição ou upgrade junto ao fornecedor exige meses de aprovações e alto CAPEX
  • há risco de degradação das sessões Gx e de queda do PCRF em picos de carga.

Por que o PCRF pode se tornar um gargalo?

Aumento da carga de sinalização

O crescimento da base de assinantes, dos dispositivos IoT e das sessões Gx/Gy sobrecarrega um PCRF dimensionado para volumes menores.

Bloqueios HOL no Diameter

O transporte TCP do Diameter gera bloqueios Head-of-Line – atrasos em uma sessão travam o processamento das demais.

Modernização longa e cara

Fazer upgrade ou ampliar a capacidade de um PCRF legado significa meses de aprovações, integração e orçamento significativo.

Risco de degradação do serviço

A sobrecarga do PCRF causa atrasos na autorização, falhas de tarifação e piora na QoE dos assinantes.

Como o PCRF Proxy desafoga o PCRF existente

O PCRF Proxy é inserido de forma transparente na quebra da interface Gx entre o PCEF e o PCRF – ambos os elementos continuam operando normalmente e não precisam de nenhuma modificação.

Parte das solicitações e decisões é processada no nível do proxy (cache de políticas, roteamento local, regras reutilizáveis), sem consultar o PCRF a cada evento. Uma ponte Diameter converte sessões TCP em SCTP multithread (multistreaming), eliminando os bloqueios HOL e aumentando a capacidade do caminho de sinalização.

Também é possível rotear e balancear o tráfego Gx entre vários PCRFs/direções para reduzir a carga de pico no nó principal.

PCRF Offload based on PCRF Proxy

Como é feita a implementação do PCRF Offload

Auditoria da carga de sinalização

Análise da carga atual do PCRF, do volume de sessões Gx e dos pontos de degradação.

Inserção do PCRF Proxy na quebra do Gx

Instalação sem parar a rede e sem alterações no PCEF/PCRF.

Configuração das regras de offload

Definição de quais tipos de solicitações e políticas são tratados no proxy e quais são encaminhados ao PCRF existente.

Monitoramento e balanceamento

Acompanhamento em tempo real da redução da carga no PCRF, com ajuste fino das regras de roteamento.

O que o PCRF Offload oferece ao operador

Implantação em 1 dia: sem parada da rede, sem alterações no PCEF/PCRF e sem precisar envolver o fornecedor do sistema existente.

Prolongamento da vida útil do PCRF: a redução de carga adia a necessidade de uma substituição ou upgrade caros.

Eliminação dos bloqueios HOL: ponte Diameter com conversão TCP → SCTP multithread.

Redução de CAPEX/OPEX: não é necessário comprar um novo PCRF nem ampliar licenças com o fornecedor.

Tolerância a falhas na interface Gx: balanceamento e redundância do caminho de sinalização.

Sem dependência de fornecedor: compatível com produtos de qualquer fornecedor de soluções de rede móvel, funciona na nuvem e no local.

Por que escolher o PCRF Offload em vez de substituir ou fazer upgrade do PCRF?

Critério
Substituição/upgrade do PCRF com o fornecedor
Stingray PCRF Proxy
Velocidade de implementação
Meses de aprovações e integração
1 dia
Alteração de equipamentos
Necessária
Não necessária
Custos
CAPEX significativo
Mínimos
Eliminação dos bloqueios HOL no Diameter
Não garantida
Já incluída
Dependência do fornecedor do PCRF
Alta
Nenhuma

Quando o PCRF Offload é indicado?

Operadores com um PCRF legado que não consegue acompanhar o volume atual de assinantes/tráfego.

Redes em que substituir o PCRF pelo fornecedor original é economicamente inviável ou tecnicamente difícil (saída do fabricante do mercado local, fim do suporte ao produto).

Operadores que se preparam para crescimento de carga (lançamento de novos planos, M2M/IoT, parceiros MVNO) sem uma modernização imediata do núcleo.

Redes com degradações frequentes das sessões Gx devido a bloqueios HOL no Diameter.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre o PCRF Offload e a substituição ou upgrade do PCRF?
O PCRF Offload não substitui o PCRF existente – ele reduz a carga sobre ele: parte das solicitações Diameter/Gx é processada no nó intermediário PCRF Proxy. Isso evita a compra de um novo PCRF, a integração com o fornecedor e a parada da rede, ao contrário de um upgrade clássico, que leva meses.
Quais são os requisitos de infraestrutura para a implantação?
O PCRF Proxy é implantado em um servidor x86 padrão e suporta bare-metal, virtualização (VM) e containerização. Configuração mínima: 4 vCPU, 16 GB de RAM, 100 GB de disco para uma carga de até 10.000 sessões. A solução funciona tanto em nuvem quanto on-premise, inclusive em ambiente isolado sem acesso à internet.
A implantação do PCRF Offload exige parar a rede ou alterar o PCEF/PCRF?
Não. O PCRF Proxy é inserido na quebra da interface Gx entre o PCEF e o PCRF como um nó transparente – os equipamentos continuam operando normalmente, sem modificações.
Como o PCRF Proxy se comporta em caso de falha?
Se o nó PCRF Proxy falhar, o tráfego é comutado diretamente para o PCRF existente, o que evita uma parada total da autorização de sessões. Para redes críticas, há suporte a clusterização para eliminar um ponto único de falha.
Como o PCRF Proxy se integra ao monitoramento e ao NMS do operador?
Métricas de carga, estatísticas de solicitações proxificadas e o status das sessões Gx ficam disponíveis via SNMP e Zabbix para integração com um sistema de monitoramento externo. Um painel integrado mostra em tempo real a redução da carga no PCRF.
Quanto tempo leva a implementação e quais são suas etapas?
A implementação ocorre em quatro etapas: auditoria da carga de sinalização, inserção do PCRF Proxy na quebra do Gx sem parar a rede, configuração das regras de offload (quais solicitações o proxy trata e quais vão para o PCRF) e monitoramento com ajuste fino do roteamento. A implantação em si leva 1 dia; o ajuste posterior das regras de offload leva a partir de alguns dias, dependendo da complexidade da rede.
Como o PCRF Proxy é licenciado – por assinante, por tráfego ou por nó?
O licenciamento depende da escala da rede e é definido individualmente conforme o volume de sessões Gx e a tolerância a falhas exigida. Os engenheiros da VAS Experts calculam o modelo e o custo exatos após uma auditoria da carga de sinalização – deixe uma solicitação nesta página para receber o cálculo para a sua rede.
É preciso ampliar a licença do fornecedor do PCRF existente?
Não, e esse é justamente o sentido econômico da solução. O PCRF Offload reduz o número de solicitações que chegam ao PCRF legado, portanto não é necessário ampliar licenças ou capacidade com o fornecedor original. Apenas o próprio PCRF Proxy é licenciado, pela VAS Experts.
Para quem é indicado o PCRF Offload e quando implementá-lo?
A solução é indicada para operadores cujo PCRF legado não consegue suportar a carga atual, cuja substituição do PCRF pelo fornecedor original é economicamente inviável (substituição de importações, fim do suporte), ou cuja rede está se preparando para crescimento de tráfego (novos planos, M2M/IoT, parceiros MVNO) sem uma modernização imediata do núcleo. Também se aplica a redes com degradações frequentes das sessões Gx causadas por bloqueios HOL no Diameter.